Receita de Felicidade
Estamos iniciando mais um ano, período propício para pensarmos em novas metas, projetos e sonhos. Os manuais de autoajuda estão repletos de receitas, ensinando-nos fórmulas de felicidade, muitas delas contrárias aos ensinamentos cristãos, a exemplo daquelas que ensinam a confiança em si mesmo, a ouvir a voz do coração, etc. Gostaria de refletir acerca de algumas atitudes que jamais podemos dispensar nessa nova jornada.
A primeira seria estabelecer os objetivos. Nossos sonhos devem ser claros, pois quem não sabe o que quer apenas rodeia círculos e não chega a lugar nenhum. Em segundo lugar, devemos aprender a confiar em Deus, visto que a autoconfiança cede à derrota diante das adversidades e tribulações. Dizem as Escrituras que: “Todo aquele que confia em Deus jamais será confundido”, enquanto que “o coração é enganoso, mais do que todas as coisas”.
Por isso, melhor do que a auto-ajuda é a ajuda do alto. A perseverança também é indispensável na maratona da vida. Há pessoas que diante dos obstáculos desistem de perseguir seus sonhos, esquecendo-se que os pódios das “São Silvestres” foram reservados para aqueles que derramaram suor e lágrimas ao longo do ano e não para aqueles que olharam o passado, ficando inerte no tempo e no espaço.
“Quem lança mão no arado e olha para trás não é apto para o reino de Deus”, foi o que disse o próprio Jesus. Portanto, desistir jamais! No desafio do novo ano, a humildade não pode jamais ser jogada para escanteio. Humildade, além da dependência da graça divina, também é reconhecer nossas limitações, sepultando a soberba, o orgulho e a inveja; disputarsem pisotear os outros. E este é o desafio do aniversariante natalino:
“Quem quiser ser o maior, seja o menor...”. Por último, a nova caminhada reclama a experiência do perdão, sem o qual os relacionamentos não prosperam e a vida fica estagnada nos conflitos que se acumulam ao longo de nosso caminho.
Perdoar é, antes de tudo, uma decisão do espírito. Só os fracos não perdoam, e por isso vivem escravos dos sentimentos que os aprisionam: o ódio, o ressentimento, o rancor, a amargura, a vingança. Objetivos definidos, confiança e perseverança em Deus, humildade e perdão, ingredientes para um ano feliz: É o que desejo a todos os meus amigos!
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